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Acessibilidade & Inclusão

9 termos

Acessibilidade digital é desenhar sites e conteúdos que qualquer pessoa consiga usar — incluindo quem não vê bem, não ouve, não usa rato ou navega com um leitor de ecrã. Não é uma funcionalidade extra para uma minoria: é garantir que ninguém fica de fora. E beneficia toda a gente — legendas ajudam quem está num sítio barulhento, bom contraste ajuda a ler ao sol.

Há um padrão internacional que orienta este trabalho, as WCAG, organizado em quatro ideias simples: o conteúdo deve ser percetível, operável, compreensível e robusto. Na Europa, o European Accessibility Act torna a acessibilidade uma exigência crescente para muitos serviços digitais. Na Árvore, isto são Folhas que chegam a todos: comunicação que não exclui ninguém.

As quatro bases de um site acessível (WCAG)
  1. PercetívelO conteúdo pode ser visto e ouvido por todos — com alt-text, legendas e bom contraste.
  2. OperávelTudo funciona sem depender do rato — navegável também por teclado.
  3. CompreensívelA linguagem e a navegação são claras e previsíveis.
  4. RobustoFunciona em diferentes dispositivos e tecnologias de apoio, como leitores de ecrã.

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Perguntas frequentes

Acessibilidade é só para pessoas com deficiência?

Começa aí, mas beneficia toda a gente. Legendas ajudam quem vê vídeos sem som; bom contraste ajuda a ler ao sol; navegação clara ajuda quem tem pressa. Desenhar para quem tem mais dificuldade melhora a experiência de todos.

O que é o alt-text?

É uma breve descrição em texto de uma imagem, para que quem usa um leitor de ecrã saiba o que ela mostra. Também ajuda o Google a perceber a imagem — por isso é bom para a acessibilidade e para o SEO ao mesmo tempo.

É obrigatório por lei?

Cada vez mais. Na Europa, o European Accessibility Act alarga as exigências de acessibilidade a muitos serviços digitais. Mesmo onde ainda não é obrigatório, é uma boa prática que protege o teu negócio e amplia o teu público.